Cidade linda! Arquitetura deslumbrante! Clima maravilhoso, mesmo no verao. Teatros, passeios incríveis.
O tango e toda sensualidades das belas mulheres. Uma tristeza invisível paira por sobre mi Buenos Aires querido.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Cordel: linguagem dos anjos nordestinos
Os cordelistas do Nordeste precisam de maior divulgação em todo o território brasileiro. Suas obras precisam ser lidas, admiradas e entendidas como arte (o que realmente são).
Parabéns a Rozilene Reis pelo bonito trabalho de pesquisa nessa área.
Parabéns a Rozilene Reis pelo bonito trabalho de pesquisa nessa área.
domingo, 7 de agosto de 2011
SIMPLES ANDAR
Quando caminhas,
Em qualquer direção;
Quando passeias,
Sozinha ou não,
Nem sempre te vejo
Como queria,
Nem sempre te sinto
Em tua alegria...
Mas não posso negar
Que junto aos teus passos,
No teu toc-toc,
Há como um abraço
No teu caminhar!
Porque há cadência,
Como em passista
Em evento solene
(Firme e egoísta),
Escondendo sua alma
Num belo calçado
Que foi desenhado
Pra te fazer brilhar.
Anda devagar
Para que eu possa te ouvir.
Se for noite na rua,
Será mais fácil dormir,
Porém se for tarde
Acelere as passadas
Vem ao meu encontro
Não precisa mais nada.
Só ande assim...
Cheia de elegância.
Encha meus ouvidos
De uma doce esperança
De que os passos aos poucos,
Já bem decididos,
Deixem logo de ser
Uma doce lembrança!
Valença, 24 de março de 2009.
Maria Raimunda Almeida Silva
Em qualquer direção;
Quando passeias,
Sozinha ou não,
Nem sempre te vejo
Como queria,
Nem sempre te sinto
Em tua alegria...
Mas não posso negar
Que junto aos teus passos,
No teu toc-toc,
Há como um abraço
No teu caminhar!
Porque há cadência,
Como em passista
Em evento solene
(Firme e egoísta),
Escondendo sua alma
Num belo calçado
Que foi desenhado
Pra te fazer brilhar.
Anda devagar
Para que eu possa te ouvir.
Se for noite na rua,
Será mais fácil dormir,
Porém se for tarde
Acelere as passadas
Vem ao meu encontro
Não precisa mais nada.
Só ande assim...
Cheia de elegância.
Encha meus ouvidos
De uma doce esperança
De que os passos aos poucos,
Já bem decididos,
Deixem logo de ser
Uma doce lembrança!
Valença, 24 de março de 2009.
Maria Raimunda Almeida Silva
quarta-feira, 1 de junho de 2011
PERGUNTAS... PERGUNTAS...
O que justifica a presença dos humanos em meio a tão fantástico UNIVERSO ?
O que somos realmente?
Por que alguns humanos são “premiados” enquanto outros são sumariamente “castigados”? (O que leva ao prêmio? O que leva ao castigo?).
Por que estamos invariavelmente ligados aos efeitos dos astros que são mais próximos de nós?
Por que somos tão ignorantes quanto à força poderosa que controla o UNIVERSO?
O que faz a Terra, satélites, meteoros, cometas terem o seu caminho próprio, independente um do outro?
Por que tenho que me considerar centro do Universo se vivo num planetinha insignificante, doente, condenado?
Por que achar que o meu Sol é o máximo quando sei que ele é apenas uma estrela de 5ª grandeza?
Por que existe o ciclo vital?
Por que existe uma cadeia alimentar?
Por que ninguém pega carona num rabo de um cometa qualquer e sai por aí visitando o infinito?
Até onde vai o NOSSO INFINITO?
Será que me chamo MORTE?
16.02.1993
quarta-feira, 23 de março de 2011
TRISTEZA
Às vezes, uma tristeza cega bate à nossa porta.
Como? Não sei.
Por quê? Ignoro.
Ela dá “ó de casa!”. Ninguém responde.
Ela insiste, batendo palmas,
Ninguém ouve.
Mas a tristeza não desiste, quer entrar...
Dessa vez ela toca um sininho...
Ele quer ser ouvida,
Mais que isso: recebida.
Tristeza?!
Em nossa vida?!
Não... não... não...
Volte outro dia, dona tristeza!
Pois hoje,
Só queremos alegria.
Valença, 31/08/ 2009.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Além das baratas
A pós-modernidade não cabe em meus desenhos...
Um quilo de baratas cabe.
Barata pós-inseticida,
O inseto e a vida entrelaçados,
Dando vida ao que não existia,
No submundo do sobrado
Sobra do APOCALIPSE!
Amém!
“Baratém”!
Além!
Raimunda
18/03/2009
Um quilo de baratas cabe.
Barata pós-inseticida,
O inseto e a vida entrelaçados,
Dando vida ao que não existia,
No submundo do sobrado
Sobra do APOCALIPSE!
Amém!
“Baratém”!
Além!
Raimunda
18/03/2009
sábado, 12 de março de 2011
Falta Tudo
Falta amor,
Falta paixão,
Falta querer.
Toda essa falta
Diminui o corpo, aniquila a alma, destrói o espírito.
O corpo nada mais é do que matéria.
Os movimentos são apenas movimentos.
O ser existe dissociado do sentimento.
Tudo fica muito cru, muito frio, muito mecânico.
A música não penetra mais nos ouvidos como um bálsamo.
O vento não toca mais a pele como uma carícia.
Os olhos não enxergam mais a simplicidade de uma gota d’água sobre uma folha, ou o bailar gracioso de um beija-flor.
O sorriso de uma criança é uma afronta para a tez sisuda.
O cumprimento de um amigo é um incômodo para a falta de tempo.
Em que se transformou uma pessoa assim?
Ainda é uma pessoa?
27.05.1995
Assinar:
Postagens (Atom)



